Estudo TRISST compara uso da ressonância magnética com tomografia no seguimento do câncer de testículo

2 min. de leitura

Dr. Fernando Nunes, oncologista clínico da Clínica CLION, em Salvador, comenta resultados do TRISST (Trial of Imaging and Surveillance in Seminoma Testis), apresentado no ASCO GU 2021

Dr. Fernando Nunes, oncologista clínico da Clínica CLION, em Salvador, analisou os resultados do estudo TRISST, que investigou a possibilidade de substituição da tomografia por ressonância magnética e de redução do número de exames de sete para três no follow up de pacientes com câncer de testículo seminomatoso de estágio I.

O ensaio clínico de fase III foi realizado com 669 pacientes, que já haviam passado por orquiectomia de fase I, nos quais não existia previsão de uso de terapia adjuvante. A incidência de recidiva foi baixa nos grupos dos dois exames e a sobrevida global foi similar (87% versus 99%). Além disso, realizar apenas três tomografias acusou mais eventos que passar por sete. Concluiu-se que a ressonância não foi inferior à tomografia e, por isso, poderá ser recomendada a partir de agora.

A análise do especialista também está disponível em podcast. Ouça agora:

Referência:
Joffe, JK et al. Imaging modality and frequency in surveillance of stage I seminoma testicular cancer: Results from a randomized, phase III, factorial trial (TRISST). ASCO 2021. Apresentação oral. Fevereiro/2021.

Aviso Legal: Todo conteúdo deste portal foi desenvolvido e será constantemente atualizado pela Oncologia Brasil, de forma independente e autônoma, sem qualquer interferência das empresas patrocinadoras e sem que haja qualquer obrigação de seus profissionais em relação a recomendação ou prescrição de produtos de uma das empresas. As informações disponibilizadas neste portal não substituem o relacionamento do(a) internauta com o(a) médico(a). Consulte sempre seu médico(a).

Send this to a friend